Fonte: 24 Horas News - 03.05.2011 |
Brasil - Impulsionar a inovação tem sido uma das metas do governo federal, que já sinalizou neste ano a criação de quatro fundos setoriais com aporte total de R$ 1 bilhão. Entre as iniciativas recentes está também a inclusão de financiamentos para inovação no cartão Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Foram incluídos como itens financiáveis serviços de pesquisa, desenvolvimento e inovação para produtos e processos, além de serviços técnicos especializados em eficiência energética e impacto ambiental e design. Até fevereiro, o BNDES havia credenciado no cartão 65 fornecedores de serviços tecnológicos. Outros 25 estão em processo de credenciamento na instituição. "De 2010, início das operações, até agora, foram liberados R$ 4,6 milhões", diz Rodrigo Bacellar, chefe do departamento de operações pela internet do BNDES. Segundo ele, a projeção até o final do ano é realizar mais 500 mil operações de todos os tipos por meio do cartão, 90% delas para micro e pequenas empresas. Os empresários contam ainda com alternativas como agências de fomento, à semelhança da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Uma de suas principais linhas, a Prime (Primeira Empresa Inovadora), liberou R$ 82,8 milhões em 2010. O processo é similar a uma licitação. Pode demorar meses até que a verba seja de fato liberada, então é preciso ficar de olho nos editais. A NL Informática é uma das que receberam aporte da Finep, de R$ 500 mil, para investir em uma solução inovadora de rastreamento de produtos por radiofrequência. A empresa criou um software que capta o sinal da etiqueta e transmite ao computador. Com isso, não é preciso passar cada produto pelo leitor do caixa nem fazer contagem manual do estoque. Contrapartida Para obter a verba, que não precisa ser reembolsada, Grasiela Tesser, gerente comercial e de marketing da NL, apresentou proposta e competiu com 40 empresas. "Foi necessário buscar consultoria para elaborar o projeto e reunir uma documentação extensa. O processo todo levou cinco meses." Como contrapartida, a NL terá de investir a mesma quantia. A solução está em fase de implantação. A Arcon também terá que fazer aporte. Serão R$ 4 milhões para o desenvolvimento de uma tecnologia de segurança da informação. Outros R$ 4 milhões serão garantidos pelo Programa de Subvenção Econômica e Inovação Tecnológica da Finep. "Tivemos que fazer um projeto muito bem fundamentado, que exigiu bastante estudo", conta Marcelo Barcellos, presidente da empresa. O processo, afirma, demorou quase um ano. |
Curso de Básico de Eficiência Energética - Cap.5 Lâmpadas fluorescentes e reatores eletrônicos eficientes
Vamos agora listar uma série de dicas para economizar energia reduzindo a potência e o tempo de funcionamento. Hoje existem no mercado lâmpadas fluorescentes de menor potência e que iluminam da mesma maneira que as tradicionais. Por exemplo: Se você tem uma lâmpada fluorescente de 40W, substitua por uma de 32W ou de 28W (neste caso será necessário substituir a luminária); Se você tem uma lâmpada fluorescente de 20W substitua por uma de 16 W ou de 14W (neste caso será necessário substituir a luminária); Em qualquer situação faz-se necessário um cálculo luminotécnico, com um engenheiro eletricista ou técnico graduado para cumprir com as exigências da Norma ABNT 5413 - Iluminação de Interiores. Essas lâmpadas necessitam, para seu funcionamento, um equipamento denominado reatore. Existem 2 tipos: Convencionais que consomem em torno de 15 W para cada duas lâmpadas fluorescentes de 40W; Eletrônicos que consomem 2W para a mesma situa...
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