Fonte: Rede Globo - Jornal Hoje - 30.04.2011 |
Sergipe - Você sabia que a geladeira consome menos energia se ficar longe do fogão? A informação tem explicação científica e em uma universidade de Sergipe os alunos se empenham para descobrir novas formas de economia. Na Universidade Federal de Sergipe circulam cerca de 14 mil pessoas diariamente. Para aliviar o calorão, faz-se uso de aparelhos de ar-condicionado e ventiladores. A conta de energia elétrica ultrapassava R$ 1 milhão por mês. "A ideia nossa foi diminuir a conta de energia sem diminuir o conforto", disse o pesquisador Milton Cerna. Os alunos do curso de Engenharia Elétrica começaram mexendo na iluminação. Em muitos ambientes, mais lâmpadas do que o necessário. Foi a partir desse levantamento que eles perceberam que a má utilização de muitos equipamentos estava provocando um desperdício de energia, de cerca de 20%. Pesava na conta também o fato de a maioria das atividades acontecerem em momentos em que a energia é bem mais cara. A solução foi remanejar horários. E, sem segredos, a redução chegou a R$ 150 mil por mês na conta. Com a economia, foi possível levantar um laboratório novo para as pesquisas do curso. Conceitos científicos utilizados a favor da economia doméstica. Segundo o pesquisador, fogão e geladeira próximos não combinam. O calor do fogão é capaz de aumentar o consumo de energia da geladeira em até 20%. A borracha ressecada do aparelho é outro vilão. A simples troca reduz o consumo pela metade. Aparelhos em stand by também demandam energia. Ao final de um mês, dez aparelhos consomem o mesmo que uma lâmpada de 60 W, ligada pelo mesmo período. De acordo com o engenheiro eletricista Maurício Daniel Dantas, "se você seguir à risca, tiver educação e não mantiver luzes acesas desnecessariamente, você pode economizar até 15% no seu consumo". |
Curso de Básico de Eficiência Energética - Cap.5 Lâmpadas fluorescentes e reatores eletrônicos eficientes
Vamos agora listar uma série de dicas para economizar energia reduzindo a potência e o tempo de funcionamento. Hoje existem no mercado lâmpadas fluorescentes de menor potência e que iluminam da mesma maneira que as tradicionais. Por exemplo: Se você tem uma lâmpada fluorescente de 40W, substitua por uma de 32W ou de 28W (neste caso será necessário substituir a luminária); Se você tem uma lâmpada fluorescente de 20W substitua por uma de 16 W ou de 14W (neste caso será necessário substituir a luminária); Em qualquer situação faz-se necessário um cálculo luminotécnico, com um engenheiro eletricista ou técnico graduado para cumprir com as exigências da Norma ABNT 5413 - Iluminação de Interiores. Essas lâmpadas necessitam, para seu funcionamento, um equipamento denominado reatore. Existem 2 tipos: Convencionais que consomem em torno de 15 W para cada duas lâmpadas fluorescentes de 40W; Eletrônicos que consomem 2W para a mesma situa...
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